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Um Caminho para o Autoconhecimento

 

em oito meditações - GA 16

 

Rudolf Steiner

 

Complemento à obra: O Conhecimento dos Mundos Superiores

 

Primeira Meditação:  o corpo físico

Segunda Meditação: o corpo elemental ou etérico

Terceira Meditação: o mundo elemental

Quarta Meditação: o “guardião do limiar”

Quinta Meditação: o “corpo astral”

Sexta Meditação: o “corpo do eu”

Sétima Meditação: os mundos suprassensoriais

Oitava Meditação: as reencarnações

Preço: R$ 48,00

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O “conhece-te a ti mesmo” pressupõe uma familiarização com a imagem do homem em corpo, alma e espírito. Autoconhecer-se é um processo de autoeducação em três dimensões distintas, na materialidade e na imaterialidade. A ciência do espírito serve à questão mais nobre e mais difícil, atinge a ontologia, o ser do homem. Como responder à pergunta “quem sou eu?”, sem oferecer receita, sem desmerecer o poder alheio, sem menosprezar o que permanece em aberto e a ser explorado? A Antroposofia reúne diversas maneiras de estimular a busca pela resposta. O pensamento de Steiner guarda surpresas e indagações por não permanecer no lugar-comum.

 

A percepção consciente de aspectos suprassensíveis da realidade e de si mesmo é resultado de processo de autoelaboração. Quem realiza o conhecimento, realiza a si mesmo. A substancialidade do conhecimento é parte integrante do ser que conhece. A ampliação da percepção é fruto de disciplinamento das atividades humanas, dirigidas para a criação de novos órgãos, novas “janelas” que permitem o usufruto de “novas paisagens”. Quem potencializa a percepção, cria novas linguagens porque adquiriu olhares distintos sobre si, sobre o outro e sobre o mundo. A sutileza do campo perceptivo requer um refinamento linguístico, assim, o autoconhecimento se torna qualitativamente fenomenológico, pois sua compreensão e comunicação significa compartilhamento da mesma qualidade da experiência de si.